~~~~Às vezes precisamos de coisas drásticas pra perceber que a vida não gira em torno só de você, por mais que vc queira que todos entendam o que você sente, por mais que você odeie ou ame. A vida continua, esse teatro continua... As vezes não conhecemos com quem contracenamos, mas quando perdemos essas pessoas, sentimos saudade de coisas pequenas, que passaram por esse grande palco.
Quem de nós irá julgar o que devemos sentir ou não? Vamos viver, por todas as pessoas que não podem, vamos amar, e vamos sempre nos lembrar daqueles que passaram por nossas vidas. ~~~~
Aninha, Vavá... você contracenou comigo durante muito pouco tempo, menina, mas você merece todo meu respeito. Do funo do meu coração.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Eu aprendi uma coisa, no escuro, escuro onde as nuvens negras se negavam a mostrar os raios de luz. Ah, mas e se o sol brilhasse?! Se ele brilhasse em novo dia, poderíamos imaginar quem iria ser contra o calor do sol? Vamos colocar nossos corações a mostra, vamos viver sem perigos e sem medos de errar, vamos usar esses corações pra cortar essas nuvens negras que assombram a humanidade. Vamos ir com calma, devagarinho, voando por entre os raios de sol.
domingo, 30 de agosto de 2009
Rotina das engrenagens.
Ninguém vê? Será que ninguém vê a cara de tédio com que eu olho para essa sociedade estagnada? É tudo tão sem sentido, tão estático. Os sons são tão iguais, essa sinfonia de egos, que não engolindo uns aos outros nessa eterna lentidão. Tudo tão débil, tão patético, fértil e vulgar.
Ah, que pena! Que pena tenho dos pores seres que notam tal sintonia, e percebem os pecados dos homens.
Nessa mistura incessante de sons apáticos, tentamos sobreviver. Velhas engrenagens enferrujadas e corroídas, fazendo essa sinfonia do universo. Somos em conjunto alguma coisa, mas sozinhos somos peças metálicas sem valor.
Tentamos, em união, renovar essa sociedade tosca, cumprindo papéis de peças importantes e necessárias. Fazemos os papéis de renovadores dessa sociais, e temos também que nos renovar para não sermos descartados desse sistema.
Será que um dia esse Criador terá orgulho de suas engrenagens?
.....Agradecimentos à Paulo Murillo
Ah, que pena! Que pena tenho dos pores seres que notam tal sintonia, e percebem os pecados dos homens.
Nessa mistura incessante de sons apáticos, tentamos sobreviver. Velhas engrenagens enferrujadas e corroídas, fazendo essa sinfonia do universo. Somos em conjunto alguma coisa, mas sozinhos somos peças metálicas sem valor.
Tentamos, em união, renovar essa sociedade tosca, cumprindo papéis de peças importantes e necessárias. Fazemos os papéis de renovadores dessa sociais, e temos também que nos renovar para não sermos descartados desse sistema.
Será que um dia esse Criador terá orgulho de suas engrenagens?
.....Agradecimentos à Paulo Murillo
sábado, 8 de agosto de 2009
A lição da vida
Um dia vamos aprender aos poucos, a amar o que nunca foi amado. A não despresar tudo o que foi jogado fora. A viver perto de quem sempre olhávamos torto. Um dia vamos provar do nosso próprio veneno, vamos cair no infinito da dor que desejamos uns aos outros. Um dia os dias serão mais curtos e as noites mais longas, quando esse dia chegar as estrelas serão as únicas "lâmpadas" no céu e a lua será só mais um lugar em que um dia almejamos estar a sós consigo mesmo. Um dia amaremos incondicionalmente, repartiremos cada grão de alma, nos uniremos infinitamente uns aos outros. Será que esse dia realmente vai chegar? Isso é só um conforto pra minha alma, pra nosso cansaço, pra nossos desgostos, a vida é doce, é salgada ou é amarga? Eu só queria saber, o que é isso dentro de mim, essa insaciável vontade de viver intensamente cada segundo, essa vontade de me jogar ao tudo, ao nada. quero esquecer o amargo do passado, quero viver, e mais nada. como uma pequena flor, que cresce cada dia de pouco em pouco, sem pressa, e só espera o dia em que sua vida se acabe.
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