Ah, que pena! Que pena tenho dos pores seres que notam tal sintonia, e percebem os pecados dos homens.
Nessa mistura incessante de sons apáticos, tentamos sobreviver. Velhas engrenagens enferrujadas e corroídas, fazendo essa sinfonia do universo. Somos em conjunto alguma coisa, mas sozinhos somos peças metálicas sem valor.
Tentamos, em união, renovar essa sociedade tosca, cumprindo papéis de peças importantes e necessárias. Fazemos os papéis de renovadores dessa sociais, e temos também que nos renovar para não sermos descartados desse sistema.
Será que um dia esse Criador terá orgulho de suas engrenagens?
.....Agradecimentos à Paulo Murillo

